mudou a hora

A não ser que tenha chegado (muiiiiiiiiito) atrasado ao trabalho esta manhã, já deve ter percebido que neste domingo… mudou a hora.

Apesar de pouco provável pode até ter-se esquecido uma vez que os relógios dos smartphones e computadores atualizaram automaticamente para o horário de verão:

À uma da manhã de domingo passou a ser… duas e, dessa forma, lá se foi uma hora de sono à vida.

 

E… por que é que isto acontece, afinal?

Antes de mais… devido a uma diretiva da União Europeia que determina que os seus estados membros devem entrar na hora de verão no último domingo de março, independentemente do fuso horário em que se encontrem.

Mas porquêêêêêêêêê?

Podem perguntar os mais curiosos (e os mais avessos à mudança).

Por que razão andamos neste bailado de ponteiros? Alguém se levantou de manhã e decidiu, só porque sim, que assim seria?

Não.

Tudo começou por motivos de… poupanças de vela 😀 (sim, daquelas que acendemos, hoje, para dar um cheirinho ou um toque romântico).

O percursor da ideia foi Benjamin Franklin que, em 1984, publicou um artigo no Journal of Paris, argumentando que, quanto mais tempo as pessoas estivessem fora no verão, mais se diminuiria o uso de energia artificial (as tais velas).

Já em 1907 William Willett apoiou a tal poupança de cera adiantando que seria muito benéfico se as pessoas não desperdiçassem horas de luz durantes as manhãs. Assim, publicou um panfleto denominado The Waste of Daylihghts (O Desperdício de luz diurna) argumentando como seria maravilhoso se as pessoas saíssem mais cedo da cama.

(Aqui na weScribe não gostamos muito deste senhor).

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Em suma, esta ideia de alterar a hora para poupança de energia chama-se Daylight Saving Time (DST) e tinha (tem) como principal objetivo o uso da luz do dia de forma mais eficiente.

Mas… seriam estas duas pessoas capazes de alterar os horários de meio mundo?

Respondemos já: não.

 

Dormiu menos no fim de semana? Mande um cartão de agradecimento aos alemães.

É verdade.

A DST só ganhou adeptos, sendo concretizada um pouco por todo o mundo, aquando das grandes Guerras.

O objetivo era claro: poupar o mais possível. E assim, a Alemanha, eficientemente, abraçou a ideia com entusiamo, seguida pelo império Austro-Húngaro, Reino Unido, França, Rússia, Estados Unidos e outros países.

E atualmente? Faz sentido este avanço e recuo dos ponteiros do relógio?

Há opiniões para todos os gostos!

Alguns especialistas dão vivas garantindo que este horário

  • reduz o número de acidentes no trânsito;
  • poupa energia;
  • aumenta exponencialmente o turismo;
  • o crime diminui; e,
  • as pessoas são tentadas a fazer mais exercício.

Já outros apontam que, após a mudança para a hora de verão…

  • há mais ataques cardíacos; e,
  • suicídios

Tal é causado pela privação do sono uma vez que, tendo os dias luz solar durante mais tempo, as pessoas tendem a dormir menos.

E o que pensa disto tudo a weScribe?

A weScribe adapta-se – como todos nós – ao horário imposto.

Em boa verdade, sendo tantos de nós transcritores freelancers, o nosso horário está mais imposto pelas necessidades diárias do que pelos ponteiros do relógio.

No entanto… pegamos no conceito, dormimos menos uma hora e apropriamo-nos do tempo.

Ou seja?

Até final do mês, a cada 60 minutos transcritos, a weScribe oferece 10, o que significa (fazendo as contas 😉 ) que o cliente apenas paga 50.

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É verdade: estamos uns mãos largas por isso… aproveite a hora a mais para uma boa conversa na esplanada e dê-nos a nós os ficheiros de áudio para transcrever.

Peça um orçamento sem compromisso.

E… boa hora de verão!

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