Imagine o seguinte cenário:

Senta-se, põe uns headphones, faz play num ficheiro de áudio, ouve um pouco do que é dito, faz pausa, escreve, faz play, ouve, pausa, escreve e assim sucessivamente.

Não durante um minuto.

Não durante dez minutos.

Não durante uma hora.

Sim durante 5, 7, 8 horas ou todas as necessárias para concluir de escrever o que é dito naquele ficheiro de áudio: isto chama-se transcrever. E dito – escrito – desta forma, parece uma valente (ou balente, se for de certos sítios) seca. Uma espécie de tortura chinesa. Um dos trabalhos de Hércules. Uma chatice pegada.

Parece, sim senhor.

Mas não é.

(Ou não o é, na maioria das vezes).

Leia também  Podemos todos ser transcritores?

 

Seríamos bastante hipócritas se adiantássemos aqui, de sorriso no teclado, que é a melhor tarefa do mundo.

Não é, pois claro, como poucas coisas são na vida. Basta ler, novamente, o parágrafo inicial.

No entanto, isso podemos jurar, transcrever é muito mais do que aquele parágrafo.

Palavra de transcritor.

Ou #palavradetranscritor.

 

Na weScribe fazemos todo o tipo de transcrições de áudio.

E sim, se de facto há algumas menos entusiasmantes, na maioria encontramos sempre motivos de entusiasmo, aprendemos um pouco mais, damos asas à curiosidade, percebemos mais e melhor do funcionamento do mundo e das coisas, estamos em contacto com assuntos que nunca pensámos conhecer.

Volte a ler o parágrafo um.

Agora alie àquela tarefa que parece tão rotineira o seguinte:
  • Ao transcrever ouvimos muitas vezes, em primeira mão, entrevistas de projetos académicos, absolutamente fascinantes, ainda não publicados acerca de assuntos que nunca pensámos, acabando por aprender imenso.
  • Ao transcrever julgamentos que estão na ordem do dia, que passam horas na televisão, onde comentadores se debruçam sobre todos os pontos de vista, acabamos por ter uma noção muito abrangente porque ouvimos depoimentos, alegações e o julgamento completo.
  • Ao transcrever entrevistas jornalísticas estamos na linha da frente para rirmos, chorarmos, emocionarmo-nos, encantarmo-nos com histórias que sim, poderíamos ler mais tarde, mas que tivemos o prazer de ouvir.
  • Ao transcrever podcasts somos os primeiros a estar em contacto com conversas, discussões, entrevistas que nos entretêm, ensinam e divertem.
Leia também  6 palavras fofas ditas por crianças

 

Por isso, e porque somos #apaixonadospelatranscrição (ou num português correto, apaixonados pela transcrição) selecionamos 2 projetos que nos deram um prazer tremendo e decidimos escrever um pouco sobre essa experiência, através da palavra dos Clientes, Transcritores e Revisores que os assumiram:

  • A transcrição de mais de 40 horas de entrevistas para uma tese de doutoramento ligada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável;
  • A transcrição do Podcast “A Fórmula” sendo que nos debruçaremos sobre o episódio da apresentadora do 24kitchen Filipa Gomes.

São posts que publicaremos muitíssimo brevemente.

Não os perca porque iremos provar que transcrever é muito mais do que o #primeiroparagrafo.

0
Comments

    Deixe uma resposta

    O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *