A transcrição jurídica torna-se, muitas vezes, um imperativo.

Transcreve-se por imposição legal e porque é necessário para obter melhores resultados e ter uma plena noção do ocorrido em audiências de discussão e julgamento (entre outros actos).

Nas próximas semanas vamos facultar uma série de textos que resumem aquilo a que chamamos “O regime da transcrição jurídica em Portugal”.

Gostaríamos de salientar que este material resulta de uma compilação de artigos, acórdãos e doutrina que fomos lendo e recolhendo.

Algumas conclusões são tomadas de acordo com o interpretado pelos nossos juristas e este material nunca substitui a consulta com um advogado.

Eis alguns dos pontos que abordaremos:

  1. A transcrição de audiências de discussão e julgamento no âmbito do Processo Civil;
  2. Análise e interpretação do art. 640.º do C.P.C.;
  3. A disponibilização da matéria gravada às partes;
  4. Indicação na transcrição do ínicio e termo de cada depoimento e consequências da ausência dessa indicação;
  5. A transcrição de julgamentos no âmbito do Processo Penal: a ausência de transcrição por parte do Tribunal;
  6. Transcrição Jurídica: Os desafios de permanecer completamente fiel ao discurso oral;
  7. Transcrição Jurídica: Desafios no que concerne à confidencialidade.

 

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Até já!

 

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Comments
  1. É absolutamente necessário subscrever para ter acesso às próximas publicações deste tema (por exemplo, se forem publicações de acesso restrito) ou essas publicações serão igualmente públicas, como as restantes?

    • Olá Vanessa. A maioria das publicações serão públicas. No entanto, haverá material que estará apenas no e-book e este será remetido apenas a quem subscrever.
      (O mesmo só será remetido depois de a maioria das publicações estarem disponiveis no blog).

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