No que diz respeito à transcrição automática de áudio para texto, as pesquisas que são feitas no google não enganam.

Imagem do próprio google: pesquisa das palavras "transcrição automática de áudio" e respetivos resultados.

Grande parte das pessoas está interessada numa qualquer magia, simples, simples, que transforme áudio em texto.

Assim, sem grande coisas:

Um upload de ficheiro de áudio e cinco minutos depois (se for menos melhor) ter ali prontinho, à disposição, um ficheiro de texto, bonitinho e correto, altamente rigoroso, com as devidas regras gramaticais e a formatação pretendida.

Pois bem. Sendo nós portadores de más notícias… isso não existe.

É verdade que uma das inovações tecnológicas da weScribe é o uso de software de transcrição automática.

Haveremos de falar sobre isso até porque é algo que nos orgulha e diferencia. Mas esse software é apenas uma parte.

Acreditem: ainda não há uma transcrição automática de áudio para texto que seja efetiva, rigorosa e fidedigna sem um contacto humano. Sem olhos e mãos e cérebro que analisem a fundo cada ficheiro de áudio e salvaguardem que não há erros.

E é por isso mesmo que apostamos tanto nos nossos transcritores.

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  • “Mas porquê?” ouvimos já a pergunta.
  • “Não estarão a ser arautos da desgraça? A tecnologia não veio para ficar e tudo é possível? Se podemos saber o estado do tempo da China estando em Lisboa, em menos de um minuto, por que motivo a ideia de transcrição automática de áudio para texto é uma utopia?”

Por um motivo muito simples: nós falamos!

Sim, falamos e costumam ser essas conversas, essas interações que necessitamos de transcrever.

E por mais que a tecnologia esteja avançada… ainda não o está ao ponto de acompanhar as nossas conversas com todas as particularidades delas e das próprias gravações.

Na verdade, se em causa está a necessidade de transposição para a escrita de uma audiência de discussão e julgamento, de uma entrevista, de uma aula, de uma reunião é altamente provável que:

1. A tecnologia não consiga acompanhar a dinâmica entre os interlocutores

Há sempre sobreposição de vozes.

Gente que tenta fazer-se ouvir, muitas das vezes por cima de interlocutores cuja intervenção é essencial. Só quem nunca transcreveu um julgamento pode achar que as pessoas falam apenas quando são interpeladas e tudo o que dizem é perfeitamente perceptível.

Ora nenhum software ainda está preparado para isso e consegue fazer a destrinça de forma rigorosa. (Ou, avançaríamos até, de forma alguma).

Neste caso apenas ouvidos humanos, com experiência, conseguem perceber o que está a ser dito e ter a sensibilidade para pôr no papel o que estão a ouvir (e não estão).

Na weScribe apostamos nos transcritores mais qualificados e experientes, assegurando o total rigor do seu pedido. Experimente! 

 

2. As pessoas falem com vários ritmos

Ora de forma mais rápida, ora de forma mais lenta. Às vezes tão rápido que nem um ouvido treinado consegue perceber. Um software muito menos.

 

3. A maioria das gravações tem uma péssima qualidade

É verdade. Basta pegar em algumas audiências de discussão e julgamento – onde existam, por exemplo, videoconferências – para se perceber que não há software algum que consiga destrinçar entre vozes e ruído, pessoas avessas ao julgamento e interrupções constantes de gravação.

Existem softwares que, mesmo com as falhas acima, conseguem fazer um reconhecimento do aúdio e transformá-lo em palavras. Mas isso não é feito da forma mágica que um leigo assume.

E, mesmo que transforme áudio em texto, o resultado final vai precisar sempre de dois ou três pares de olhos e mãos e ouvidos que façam o trabalho de formatar, rever, adequar regras gramaticais e colmatar todas as falhas existentes no trabalho feito por uma máquina.

Na weScribe aliamos a tecnologia aos melhores transcritores com a tónica de que estes últimos são altamente importantes e merecem ser recompensados por um trabalho árduo, metódico e rigoroso.

 

Ponha-nos à prova! Faça o seu pedido!

 

 

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