5 vantagens de trabalhar como freelancer

Já lhe aconteceu?

Chega ao domingo à noite e um peso no peito começa a dar ar de sua graça pelo facto de ter ir trabalhar no dia a seguir?

Na segunda de manhã sente que a vida é insuportável e, sinceramente, não aguenta muito mais?

O ambiente no seu trabalho é tão mau que, se não fossem as contas para pagar virava costas, batendo com a porta com muita força?

Já lhe aconteceu?

Acabou um curso superior e não consegue encontrar trabalho?

Toda a gente lhe pede experiência, mas ninguém lhe dá a oportunidade de ganhar essa mesma experiência?

Envia currículos intermináveis, cujos templates altera para ficarem à moda, enquanto se depara com notícias que dizem que o que interessa são os contactos, os currículos já eram e o melhor é apostar nos seus conhecimentos?

Já lhe aconteceu?

Foi despedido e debruça-se sobre o que fazer porque as contas nunca são despedidas e o dinheiro não estica?

 

Em qualquer fase da vida pelo menos uma das situações anteriores já aconteceu com todos nós.  (Aqueles a quem nunca… parabéns! São uns privilegiados nos dias que correm e ficamos contentes por isso).

Na weScribe, por exemplo, trabalhamos com inúmeros transcritores que já se viram a braços com uma situação destas:

  • dificuldade de encontrar trabalho,
  • desemprego provocado por eles próprios quando as situações em que se encontravam não eram as melhores; ou,
  • o desemprego forçado, provocado pela entidade patronal.

E por que é que são transcritores weScribe?

Porque “o que interessa não é a queda, mas a maneira como nos levantamos”. E por isso, ponderaram todas as suas possibilidades, acabando, muitos deles, por apostar no trabalho por freelancing.

É certo que este regime é ainda mal visto por muita gente pelo facto de ir contra aquilo que se considera estabilidade no trabalho. Mas também é verdade que tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos.

Os motivos? São vários.

Mas depois de ponderar no assunto apresentamos 5 vantagens de trabalhar como freelancer:

 

1. FLEXIBILIDADE DE HORÁRIOS

É o freelancer que decide a que horas começa a trabalhar, as pausas que quer fazer ou como divide o seu tempo.

Evidentemente que isto não se aplica em todos os serviços. Mas, a verdade, é que há uma grande parte em que isto acontece.

Na weScribe, por exemplo, o transcritor tem um prazo para cumprir – o qual só aceita se tiver disponibilidade, sem ser penalizado caso não possa aceitar – sendo que é ele que:

  • decide o tempo que quer e precisa dispensar à transcrição;
  • se trabalha de manhã, de tarde ou à noite; e, por exemplo,
  • se faz pausas para ir ao ginásio ou dormir uma sesta.

É claro que…

…mantendo horários certos e uma rotina de trabalho a produtividade aumenta.

Além de que escolher os horários em que se trabalha não é a mesma coisa que não trabalhar de todo. E existem até estudos que demonstram que pessoas que trabalham durante a noite, descansando de dia, têm graves défices de vitamina D.

Como em tudo na vida o importante é o equilíbrio e o que resulta para cada um de nós dentro de ponderação.

Assim, em suma, se é certo que o trabalho por freelancing permite que cada um adeque ao seus ritmo os vários serviços que presta, isso não é o mesmo que dizer ausência total de horários e de disciplina.

 

2. MAIOR AUTONOMIA

Não fizemos o estudo. Mas se tivéssemos de apostar diríamos que uma das grandes frustrações dos trabalhadores é a falta de autonomia.

Não generalizando, todos nós sabemos que o trabalho convencional, com hierarquias bem definidas, tem as suas exigências e, muitos dos trabalhadores não são pagos para pensar mas obedecer.

Faz parte e não temos nada contra, a não ser que isso não se coadune com a personalidade, o feitio ou o bem-estar de cada pessoa.

Mandar não é para todos mas obedecer também não, pelo que muita gente passa anos de vida a sentir-se absolutamente infeliz por não poder decidir e demonstrar ou validar as suas ideias.

Enquanto trabalhador freelancer tem total autonomia para:

  • decidir que trabalhos aceitar,
  • para onde direcionar os seus esforços,
  • a que área se dedicar em pleno
  • além de decidir quais as estratégias a adotar.

É claro que…

…ter autonomia não significa decidir tudo sem ouvir o outro.

O freelancer precisa de saber o que quer o seu cliente e respeitar a vontade deste. Mas, ao contrário de um trabalhador que presta contas a um chefe, não podendo escolher que tipo de trabalho faz, ao freelancer é permitido decidir se quer ou não fazer aquele trabalho, para aquele tipo de cliente.

É evidente que recusar ou aceitar é uma decisão pessoal, tomada em função de diversas variáveis.

Mas essa decisão existe e em boa verdade, condicionamentos há em tudo.

 

3. MAIOR CONJUGAÇÃO ENTRE A VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL

Sabemos que num trabalho dito convencional nem sempre é possível equilibrar as duas vertentes.

É fácil ver isso:

  • pela quantidade de processos de trabalho que entopem os Tribunais e a ACT;
  • pela necessidade de se legislar tudo e um par de botas (o trabalhador pode faltar justificadamente desde que; o trabalhador tem direito a acompanhar os seus filhos na doença desde que; o trabalhador pode ir a uma consulta médica desde que);
  • e pela grande azáfama que a maioria das pessoas passa, numa conjugação interminável de tarefas domésticas e afazeres pessoais com trabalhos que ultrapassam as oito horas diárias num local que não é a própria casa. (Não é por nada que existem cada vez mais blogs e espaços femininos em que são avançadas dicas para conjugar o papel de mãe com o de trabalhadora).

Ao trabalhar por freelancer tem a possibilidade de priorizar determinadas situações em função de outras.

Pode escolher trabalhar depois das dez da noite mas estar disponível para passar duas horas durante a tarde a brincar com o seu filho ou a ir buscá-lo à escola.

Pode escolher perder a manhã de sábado em trabalho, mas passar a sexta feira à tarde dedicado a um hobbie que lhe aumenta em muito o prazer de viver.

É claro que…

… esta conjugação não significa, tal como já dissemos atrás, só se dedicar em pleno a um dos aspetos da sua vida.

Se o que pretende é dedicação total e exclusiva à sua vida pessoal (há muitos pais que decidem abdicar durante alguns anos da sua carreira profissional para se dedicarem aos filhos) tudo bem. Mas aí não vale a pena enganar-se a si mesmo dizendo que também é freelancer. Sobretudo se não tiver nenhum tempo para dedicar à atividade visto que vai acabar por desmotivar e achar que a falta de trabalho é provocada por fatores que não os reais.

O ideal é…

  1. ponderar,
  2. fazer um mapa das suas atividades,
  3. e perceber quanto tempo pode dedicar às várias vertentes da sua vida.

Na weScribe por exemplo, é o transcritor que avança qual o tempo que pode afetar à transcrição, não sendo penalizado por isso.

 

4. DECIDIR O PRÓPRIO LOCAL DE TRABALHO

É verdade que há gente que detesta trabalhar a partir de casa.

A ideia de não saírem para um local estipulado para o trabalho é algo que se afigura quase como contranatura.

Há mesmo quem avance que se trabalhasse em casa iria sentir-se totalmente perdido entre um espaço que considera como lar e outro como trabalho. Não há problema. Somos todos diferentes.

No entanto, trabalhar como freelancer nem sempre significa ficar em casa, de pijama e robe, sem falar com ninguém, desarrumando a sala e o quarto com computadores, livros e afins.

Mais! Para muitas pessoas que trabalham neste regime, a possibilidade de decidirem onde trabalhar, seja em casa, seja num gabinete, seja numa biblioteca ou na pastelaria do bairro, é uma das maiores vantagens. Sobretudo quando não necessitam de passar longas horas no carro ou em transportes públicos, em deslocações que não servem para mais do que perder tempo e anos de vida em trânsito infernal.

É claro que…

… trabalhar a partir de casa é visto, muitas das vezes, como algo pouco sério.

Há uma conotação de que quem passa o dia em casa ou é doméstico(a), ou está num qualquer esquema de pirâmide, ou num trabalho inútil e sem qualquer préstimo. É verdade isto. Sabemos que este preconceito existe.

Mas, como qualquer outro preconceito, a solução é demonstrar que isso não é verdade e estar bem consigo próprio.

É estar ciente do que faz. Apostar em ser produtivo e disciplinado. Fazer o melhor que pode e demonstrar que trabalhar a partir de casa pode ser muitíssimo mais produtivo do que estar num escritório, por exemplo, a contar horas para ir para casa.

Por falar nisso, já viu este vídeo engraçadíssimo que partilhámos no nosso facebook sobre o assunto?

 

5. MAIOR DIVERSIFICAÇÃO

Mais uma vez corremos o risco de generalizar, mas a verdade é que muita gente tem:

  •  um trabalho específico,
  • com uma função em específico,
  • na qual se especializa.

E é por isso que uma das queixas mais frequentes que ouvimos – de pessoas que se dedicaram muito tempo à mesma função, dentro de uma empresa – é que apesar de saberem muito na sua área, acabaram de uma forma ou outra, por perder noções básicas de outras áreas.

E assim ficaram um pouco para trás, desatualizadas e sentindo-se pouco aptas noutras vertentes.

Já um profissional freelancer acaba por, necessariamente, perceber de vários aspetos (além da sua própria área):

  • produtividade,
  • técnicas de organização,
  • finanças,
  • redes sociais,
  • blogs, sites;
  • e até empreendedorismo.

Ainda que não sendo especialista em todas elas, acaba por alargar mais o seu conhecimento, estando apto a vários tipos de funções.

É claro que…

…perceber de várias áreas não significa ser especialista nas mesmas.

Ter conhecimentos de contabilidade e finanças que permitem passar recibos verdes… não é o mesmo que ser contabilista e candidatar-se a esse tipo de trabalho.

O mesmo se diga para gestão de redes sociais, por exemplo. Ou ter noções básicas de wordpress: não significa que esteja apto a fazer um site ou uma grande plataforma sozinho.

É essencial destrinçar águas.

Mas a verdade é que não tendo de fazer só uma função acaba por adquirir um largo conhecimento de outras áreas. E o saber não só não ocupa lugar, como nos abre muitas portas.

Na weScribe grande parte dos nossos transcritores, para além de especialistas a fazer transcrição, têm outro tipo de formação que conjugam com esta. E isso acaba por ser uma mais valia para todos. Não temos apenas transcritores. Temos a colaborar connosco advogados, médicos, tradutores, professores, engenheiros e contabilistas (entre outros).

Pessoas que sabem muito das sua área mas alargaram o seu conhecimento e rentabilizaram-no a ponto de serem capazes de prestar outro tipo de serviços.

Está convencido acerca das vantangens de ser freelancer?

Ótimo. Mas nunca se esqueça do seguinte:

  1. Trabalhar por freelancing não significa não trabalhar.
  2. Não é sinónimo de falta de rigor, responsabilidade, cumprimento de objetivos e obrigações.
  3. Pelo contrário.
  4. É o seu trabalho e a sua reputação que estão em jogo e não tem o apoio e o escudo de uma grande organização por trás.
  5. Pondere e pense bem acerca da sua capacidade, tempo e disponibilidade para responder aos desafios a que se propõe.
  6. Nunca se esqueça que quem tudo quer, tudo perde, que é como quem diz “aceitar tudo pode ser o mesmo que não aceitar nada”.

Na weScribe assumimos com os nossos transcritores um compromisso:

Têm todas as vantagens que referimos atrás. Em troca apenas pedimos rigor, dedicação e responsabilidade.

Se acha que tem isso e quer aumentar os seus ganhos mande-nos um e-mail (info@wescribe.pt). Ou fale connosco através do facebook. Ou do skype 🙂

Damos apoio e temos uma série de dicas – também a publicar noutro post – sobre o tema.

Até lá vá lendo outros artigos em que fomos falando sobre transcrição e dê uma saltada ao nosso facebook.

Leia também  Guia para ser muito rico ou (sendo realista) 5 dicas para aumentar a produtividade ao fazer transcrições

E bom trabalho.

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